BLOG DA MATRAMBA Cartucheiras

Tag: felipe montanari

Novidades Boom 2010

by Kika on Aug.25, 2010, under boom, musica eletronica

Correspondente: Felipe Montanari

Chegamos aqui faz 9 dias e daqui 3 essa cidade vai se dispersar. Como uma diáspora, freaks de dezenas de nacionalidades voltarão para seus países ou simplesmente continuarão viajando.

Nos da Matramba levaremos mais esse festival na bagagem, ou melhor, dentro das cartucheiras. Know-how da nova loja, amigos de longa data e outros novos em folha. Notamos a Europa realmente quebrada, com muitas coisas baratas ou mais baratas do que no Brasil, inacreditável!

O Anti-Boom do outro lado do lago aconteceu, mas por algumas poucas  horas. Invadiram a fazenda do outro lado do lago, colocando um jeep que já bloqueava a estrada para fora, conseguindo juntar em poucas horas 300 pessoas e mais de 100 trailers.

Antes mesmo do som do Boom começar, ele começaram. Mas quem foi realmente rápido foi a polícia, que retirou até o final da noite todos os carros, os levando até a fronteira da Espanha para garantir que eles não voltassem a aprontar.

O Boom esta enorme, como nunca esteve, porém não está cheio. Acredito que eles esperavam 30 mil pessoas no total, mas mesmo com o final de semana esse número não chegou a 20 mil. Bem confortável, mas disperso.

O Sacred Fire continua sendo a pista mais incrível do Boom: música orgânica, bandas, elfos, gnomos, duendes e produtos naturais, tudo que um hippie de verdade sempre sonhou em ter por perto 24 horas por dia. Os jardins são incríveis, sucos deliciosos, decoração muito especial.

O dance Temple, que é a pista principal, está super iluminada e decorada. Hologramas, palco com o dj tocando dentro de  uma estrela de 8 pontas, tudo muito grandioso e bem feito. Cenografia idealizada por americanos (influências do Festival Burning Man).

O GRoovy Beach esta muito diferente, decorado somente com uma sombra gigante e pallets desmontados.

Chill Out fica bem próximo a nossa tenda e já escutamos umas 3 bandas realmente muito boas. Estamos na expectativa de escutar o Chris Punk  Dub e Soneca, que tocam dia 24.

Já vimos muita coisa interessante: dinossauros no por do sol na beira do lago, águas-vivas gigantes indo do Groovy Beach para o Dance Temple, apresentações no teatro dignas de grandes teatros, mas o tempo corre, e o festival em breve acaba.

O Calor é forte. Na sexta-feira, 20, tivemos na loja uma temperatura de 43ºC em um dia sem vento. Mas a brisa voltou hoje e tivemos momentos frescos. Esqueçam período – meio dia às 16 horas! Não dá para fazer muita coisa… Durante a noite os encontros e bebidas nas pistas sempre ficam melhores, e acaba sendo a hora mais interessante pra curtir.

E ontem na madrugada indo da pista Sacred Fire para a pista Kaleidoscope percebi a ideia da decoração com o tema da água das pistas. Pena que não consigo explicar… Até o final do evento tentaremos enviar mais fotos e vídeos e assim que ele acabar mandaremos outro post.

A alegria de estar aqui é forte o suficiente para enfrentarmos a sensação de que tudo isso está terminando.

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We have a nice Boom!

by Kika on Aug.18, 2010, under boom, musica

 

Conforme prometemos aqui postaremos novidades fresquíssimas sobre a participação da Matramba no Boom Festival. E o Boom já começou hoje minha genteeeee!!!!!

Acabo de receber um email com o texto abaixo do Provoc.ator Felipe Montanari, um dos nossos correspondentes.

BOOM 

Começamos nossa saga no aeroporto de Congonhas. Lá encontramos Mariana e sua irmã Juliana. Em seguida fomos fotografados como artistas pela Angélica da TAP (e não a Angélica da pinta), encontramos o saudoso Ziraldo (sim, ele mesmo!), e então pegamos um ônibus para o aeroporto de Viracopos, uma das salvações para as Olimpíadas. O bus é bem arrumado, simpático e minúsculo comportaria no máximo a seleção de equitação, sem os cavalos. 

Já no avião ouvirmos o nome do capitão do vôo: Pedro Álvares (!!!!) e comprovamos para onde realmente estávamos indo. É a TAP fazendo jus as suas origens. 

No desembarque fomos surpreendidos por uma calma das autoridades alfandegárias que passamos todos como se estivéssemos voltando para casa, o que de certa forma, era verdade. 

Casa…

No saguão do Aeroporto de Lisboa uma mão amiga acena: é Pedrógba sorrindo com seu inconfundível boné.  “- O Antônio está lá fora com a “carrinha”…”. Disse. 

Tony Montana, português inimigo da monovoltagem comprou um furgão/trailler com espaço suficiente para a Matramba, staff, bagagem e pallets, muitos pallets. 

 Primeira parada: casa de Rui, amigo importador português que havia ficado com algumas boas caixas da Matramba desde 2008 (último Boom), e que para a nossa surpresa as mantivera impecavelmente bem guardadas. A bagagem cresce. 

 Albergue, regular o fuso é preciso.

Terceiro andar de um prédio na Rua São Paulo. Não havia nenhuma identificação, nada, nem mesmo na porta da sala. Dentro, enorme e antigo, todo reformado e reforçado fazia lembrar o Grande Terremoto de Lisboa. Lá se integraram à quadrilha Thiago Pessuto (Marcinho) e Du (Sagaz). 

Missão: Compras. 

Decididos a passar pelo Ikea e logo depois na Decathlon para últimas e únicas compras. Enlouquecemos.

Aquele Ikea é algo impressionantemente atrativo e barato quando se trata de peças em liquidação como a nossa mesa de escritório de 20 euros, hoje sem parafusos, e luzes dos mais variados tipos.

A Decathlon é tudo o que um neo-hippie gostaria de ter. Artigos de última geração para facilitar a vida out-door. Depois de horas e um surto consumista de Mari voltamos para casa. 

Tudo excelentemente bem para uma sexta-feira-treze. 

No outro dia arrumação e mais uma viagem até Castelo Branco. Beto, Thiago e Antônio foram de “carrinha” e os outro, de trem (comboio).Chegando lá compras de mantimentos para os primeiros dias. 

Em caravana chegamos em Idanha-a-Nova e enfim ao festival. Portaria tranquila e demorada. Entramos depois de alguns acordos e logo nos instalamos. Como era de noite aproveitamos para dormir. 

De manhã, reconhecimento da área e começo da construção. Entre specks, tubos e marretas a maior das construções: MATRAMBA fora erguida (“La CRIATURA”). No outro dia foram afinados a cobertura, elétrica e mostruário.  

Neste exato momento, os produtos estão sendo pendurados e parecem não acabar.

Amanhã é o primeiro dia para o público. Enquanto as pessoas acabarem com o estoque o clima mambembe de viver em grupo só aumentará. Arrumações, contas, reparos e surpresas serão sempre presentes, assim como a vontade de ficar. 

Have a nice

BOOM, pá! 

 

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Boom 2010

by yet on Jul.11, 2010, under Mundo, boom, entretenimento

Mais um ano par se aproxima de um momento cada vez mais ímpar e singular.

Boom Festival 2010. Reformulações, nova localização e Matramba mais uma vez por lá.

 O tema deste ano é a água e nada como um grande evento de cultura, arte e música para quase 30mil pessoas de mais de 100 países diferentes, para inserir este pensamento tão importante e natural, quanta a economia e preservação do mesmo que se tornará tão essencial como a gasolina em menos de 20 anos, caso continuemos nesse ritmo desenfreado de desperdício e poluição.

 

Water In Modern World from Boom Festival on Vimeo.

E o Boom é isso: sustentabilidade, intervenções e inovações, novidades sobre músicas e estilos musicais, tendências de interfaces visuais e cenografia, união de pessoas de diferentes povos e para mim e para muitos, a verdadeira “Disneylândia” psicodélica.

Será nossa terceira participação, com algumas mudanças significativas da concepção da estrutura da loja e também na interação da Matramba com o evento e público, mas a alma será a mesma.

Estamos presentes em festivais de música eletrônica na Europa desde 2005, e depois de muitos erros e acertos sabemos, o que queremos o que podemos proporcionar para o evento e o que fazemos de melhor: fabricar cartucheiras com design diferenciado, práticas e extremamente duráveis.

E nada como fazer e testar isso em campo, no melhor festival de música do mundo.  São 8 dias de camping, temperaturas que oscilam entre 10° e  45°, diferentes pistas de dança, lago,  e a necessidade real das pessoas de todos os cantos do mundo de usar durante o evento um acessório de uso constante, com bolsos seguros para levar tudo o que se tem de mais valor.

Alguns dados do Boom Festival: 

  • 8 dias de festival
  • 4 pistas de dança: Ambient Paradise, Dance Temple, Groovy Beach e Sacred Fire
  • 4 estações de captação de energia solar estão montadas no evento com capacidade de  produção diária de até 3,2 kw/hora por dia;
  • Durante o evento serão usados geradores convencionais, porém com óleo vegetal reciclado ao invés de 100% de óleo diesel ou gasolina;
  • No Sacred Fire durante o evento, somente energia limpa será usada;
  • 26 mil tickets estão à venda;
  • Em 2008, pessoas com mais de 100 nacionalidades diferentes passaram pela portaria;
  • 150 pessoas serão definidas para o Ecoteam, para cuidar do lixo e reciclagem do mesmo durante o evento;

Fato: estar no Boom é um prazer imensurável, ditos e entendidos realmente só por quem lá esteve. Acontecimentos, vivências e conhecimentos quando lidas, vagam pelo imaginário sem pontos de referência mensuráveis.Mas não queremos números e nem fazer volume. Vamos participar e cooperar com um espaço lúdico confortável, com muita sombra e novidades em tecidos e produtos.

 

O Fleamarket sempre foi um dos pilares de festivais alternativos já que na sua essência e origem foram criados ao redor destes mercados, em Goa por exemplo. Existe uma vida própria e para um grande festival de muitos dias, o FleaMarket o deixa com uma cara de cidade, com escambos e vendas, fazendo girar uma economia à parte.

Serão mais de 60 lojas esse ano, dispostas somente de um lado como uma grande avenida, com o Chillout, chamado de Ambient Zone, à frente.
 

Ideias e novos direcionamentos de design é o que mais me chama a atenção e com a chance de fazer algo novo das últimas 2 edições da um ânimo verdadeiro e inspirador.

Espaço Físico: com o grande problema do transporte do Dome da Matramba para Portugal descartamos essa hipótese este ano com a plano de construir ou alugar um.  Mas nada como um papo para ampliar as inspirações.

 Estávamos tão focados nas contas do alugar x construir um Dome, que esquecemos da peça fundamental para a real sobrevivência na região: uma sombra digna com proteção contra ventanias e aquela poeira do deserto deliciosa que somando com o calor absurdo deixa a pele muito sedosa. 

Aí quem aparece: o sagaz Du, da Sagazcorp Cenografia com uma ideia tão ambiciosa quanto construir um Dome em terras lusitanas, porém saindo pela tangente. Ao invés de levantarmos um Dome e pensar também na cobertura e paredes de lycras, porque não fazer uma loja somente de lycra tensionada com algumas estruturas de pvc? Yes, nós temos bananas !!

Responsável este ano pela cobertura e design exterior do Kaleidoscope, uma das atrações mais interessantes do Boom desde 2006, não tenho nenhum receio em dizer que vai ficar incrível.  

Kaleidoscope from Boom Festival on Vimeo.

Essa união de forças e ideias só tendem a crescer e ter cada dia mais conexões. E uma delas, que vem desde o UP#10 é o multi artista Felipe Montanari. Já trabalhamos juntos nos últimos 2 eventos, UP#10 na Bahia e Matrambowski na Virada Cultural em São Paulo. E porque não continuar o que está dando certo? Não teremos o espaço e nem tanta autonomia, mas seremos independentes!

Vamos captar, informar, parafrasear e prosear tudo o que vai se passar, dos dias que antecedem até o final do Boom. Pelo Blog da Matramba enviaremos vídeos, fotos e textos com os  diferentes pontos de vista da galera envolvida.  Será bastante prazeroso e divertido compartilhar essas informações, seja através de palavras ou imagens para quem visita este blog. 

Outra pessoa que se integra ao grupo, é Marcos Baroni, parceiro também em 2008 e promete trabalhar mais esse ano. Menos pista e mais dread Marquinhos !!

Muitas ideais se transformando em realidade. Acompanhe as novidades pelo blog e pelo twitter: @matramba.

O Boom acontece do dia 18 à 26 de agosto 2010 em Idanha-a-Nova, Portugal


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Boom: http://www.boomfestival.org/boom2010/
Twitter boom: @boomfestivalHQ
Sagazcorp – Du : http://www.sagazcorp.com.br/
Felipe Montanari: http://mundomontanari.blogspot.com/     http://www.felipemontanari.com.br/

Marcos Baroni : http://mabydread.blogspot.com/
DMT Cenografia : http://dmtcenografia.wordpress.com/

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Terça Paris no Masp

by yet on Jun.29, 2010, under Terrorismo Poetico, textos

Jogo do Brasil.

Foi assistir na casa do amigo, com amigos.
Vitória. Brasil vence o Chile e tudo parece estar mais calmo e resolvido, pelo menos, parece.

Emendou uma reunião de uma certa viagem a trabalho na qual o amigo, dono da casa, também iria.
Conversa vai, conversa vai, fumaça vem, comida vai, vento aparece, noite esfria e, de repente, se lembra que veio de bicicleta em companhia do primo do litoral.
Um olha para o outro e o convite de pousar por lá mesmo é feito, e, aceito.
Mesmo sem ter nunca dormido na tal casa, é como se não fosse a primeira vez.
Modos, manhas, cortesia, cachorro e espaço já eram velhos conhecidos.
Não foi difícil se adormentar em um quarto sem teto, só telha, já que está habituado às tantas barracas que já enfrentou.

De manhã, café e o famoso Buon Giorno.
Tudo começa a ficar mais uma vez confortável ao ponto de se esquecer de ir embora.
Isso aumenta com a chegada das meninas que trabalham por lá.
Conversa vem, conversa vai e entre sucrilhos e kit-kats decidem partir. Ele e o primo.
Na volta, não sabia o que pensar, tinha tanta coisa pra se preocupar. Viagem a trabalho, internacional, profissional, a casa, as roupas, as contas….
Nada disso o preocupava. Por que?
Acompanhou o primo e experimentou um novo caminho de volta, naqueles doze kilômetros que o separavam de casa.

Caminhos diferentes. Se despedem. Até agora tinha alguém para seguir. Algo para fazer. Atitude a tomar. De repente, nada. Ele e a Av. Paulista. Só.

Esquerda! Decide. E no meio do caminho, não voluntário, para a casa ouve uma senhora com papéis na mão gritando algo que não pôde reconhecer.

Decidiu parar e voltar.

- Poesia de graça! LEve pra casa!

Era isso que a Vovó da Paulista anunciava.

Quando percebeu, estava sob o MASP, em pleno vão. E nem tudo seria em vão. Mal sabia ele o que o esperava.
Agarrou um convite, pois de terça o Museu é grátis, assim como as poesias, aquelas duas que a Vovó entregou em mãos com um sorriso do tamanho da 9 de Julho.
Os dobrou, prendeu a bike no ar e foi entrando. Logo o segurança lhe chamou a atenção dizendo que nada pode ficar onde estava a bike e pede para colocá-la na grade.

Não gostando muito, volta e a muda de lugar.

Volta para o segurança e, finalmente, passa.

O elevador chega e quase que ao mesmo tempo que a porta se abriu, percebe a presença de uma garota. Linda. Percebe-se que ele gostou. E ela.
Tinha a dúvida se era ou não brasileira e ao primeiro momento, em que o acensorista pede para levar a mochila na frente e não nas costas, repara que ela não havia compreendido. Sutilmente, lhe pergunta se era do Brasil e ela nega dizendo que era du France.
França…. ele pensa…. e dispara palavras não aquecidas, sem conjugação e nem mesmo o acento apropriado. Se desculpa e ela sorri dizendo que é difícil de encontrar alguém que fale a sua língua por ali. Ele explica que precisaria de 10 minutos respirando em Francês para fluir e assim….

A porta abre.

Ela pra direita. Ele sorrindo e pensando em segui-la, não perdê-la de vista e querendo muito praticar seu Francês, decide não ir atrás. Isso mesmo.
A comprimenta no melhor estilo au revoir e segue pra esquerda.

Sabendo que mais a frente a encontraria.

Delacroix, Picasso, Lautrec, Monet, Manet e outros mais o acompaharam e dividiram seus pensamentos. Noventa por cento deles, franceses.

Na reta final, Ela.

Decidem se juntar e curtir o restante juntos, as gravuras e coagens de MArk Ernst.

Saem.

Avenida Paulista.

Depois de muitas e muitas palavras bem trocadas, aqora já aquecidas, descobre que ela precisa trocar Travel Cheques e que ambos tinham muita fome. A acompanhando, e adorando, se coloca num patamar de guia e sai em busca das agências. A primeira não funciona, a segunda também não, a terceira, depois de bastaante tempo faz a troca. De apenas um dos três cheques. Ele respira e manda um convite.
Comer no seu lugar preferido. Barato, buffet e perto de casa, da sua casa.
Ela aceita e lá se vão em cima da bicicleta, um brasileiro e uma francesa descendo da Paulista até a Sta Cecília, morrendo de fome.

Chegam 10 minutos antes de fechar e comem bem.

Como estava do lado de casa, faz o convite, e ela aceita.
Após a pausa para o café em outro lugar conhecido e do susto de um amigo que havia tido a bicicleta roubada e pediu a dele para sair atrás do ladrão, resolve ir pra casa.
Na porta ela diz: – Conseguiu me trazer pra casa, no primeiro encontro….

Os dois, se fazendo de bobos, riem. Internet, água, cigarrinho, conversa e contos.

Brincam com os fantoches, criam histórias e vivem os personagens.
Ele tenta uma indireta onde o Sapo que comandava com suas mãos pede um beijo para virar príncipe. Ela o dá, mas não surge efeito. Então o Sapo diz que na verdade, seu dono, ele, é que preciava de um beijo. Ela diz que ele já era um príncipe, o sapo responde que o que ele queria, era virar sapo, por isso, o beijo.

Ela avermelha. Ele treme. O Sapo treme.Ela diz que não se deve confundir o personagem com o real e pede para ir ao banheiro.

Neste meio tempo.

Cortinas fechadas, luzes especiais acesas, música boa e francesa.

Ela volta, ele a convida pra dançar.

Padam Padam Padam, canta Piaff, dançam os dois.

No começo longe um do outro e, passo-a-passo, se aproximam. Se aproximam, se aproximam, se abraçam.

Assim ficam. Assim se cheiram, assim se querem, assim se comem.

Respiram. Se cheiram, Se banham e sorriem. Muito.

A horas atrás não se conheciam. a minutos atrás, eram um só.

A acompanha até o metrô. Ela tinha dez minutos para retirar as malas do Hotel.

Sim, ela estava de partida. Foi girar o Brasil e parece que volta.

Será que se encontrarão?

E se sim?

E se não?

O que restou foi a lembrança da boa companhia, os sorrisos, o cheiro a vontade do desconhecido e a dúvida de se reencontrar.

Tudo isso, em Francês.

Felipe Montanari

http://mundomontanari.blogspot.com/2010/06/terca-paris-no-masp.html

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Felipe Montanari @ Matrambowski

by Kika on May.19, 2010, under entretenimento, musica

E no domingo de manhã, Felipão continuava animando a galera!

 

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Matrambowski ao som de Felipe Montanari

by Kika on May.18, 2010, under entretenimento, musica

Felipe Montanari puxou a galera pra dançar e nos rendeu muitas risadas!! O cara mandou muito e a galera se divertiu demais!!

Valeu Felipe, a turma da Matramba agradece.

 

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Estamos preparados. E vocês?

by admin on Dec.19, 2009, under Terrorismo Poetico, Universo Paralello, festa Matramba 10 anos

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Há 10 anos, começava uma marca nova, com nome estranho e um conceito bem diferente. Parece até que eles sabiam que você ia querer carregar tudo o que precisa pra cima e pra baixo e ainda fazer isso com estilo. A tendência européia de usar cartucheiras virou febre por aqui. Virou muito mais que uma marca forte. A MATRAMBA virou uma referência, de estilo, conceito, aquela marca amiga que mais do que vender quer compartilhar com todos a sua visão das ruas, do underground, ou seja a visão de um mundo alternativo à essa chatice que tentam fazer a gente engolir. 

Nos últimos 5 anos, montamos no final do ano a nossa estrutura de loja e cinema no Universo Paralello. E para comemorar os 10 anos tanto do UP quanto da Matramba foi criado um lugar especial bem no meio do seu caminho, como forma de agradecimento para os clientes e amigos.
Será o Espaço ¶. Informação, arte, música, sombra e muito mais que água fresca.

Veja o que teremos e o que faremos por lá:

>>> Tela Paralella – neste ano a Matramba produz junto com o Universo Paralello a Mostra de filmes. Essa união promete trazer muita qualidade através de documentários, filmes e animações num espaço único.
>>> Chaisho¶ -  inserido no meio de um ambiente lúdico, nas mesinhas com jogos de tabuleiro, bóias e esteiras você poderá recarregar suas boas energias.
>>> ¶ Zine – Diariamente serão impressas várias cópias mimeografadas com dicas de atrações do Festival, textos, poesias e você também pode colaborar. Se você tem alguma boa idéia, fale com a editora no próprio Espaço ¶ e tenha sua arte ou texto mimeografada em uma das edições.
>>> Música e performances – o multi-artista Felipe Montanari (Provoc.ator) será o síndico da confusão organizada nas areias do Espaço ¶. Ele não deixará você entrar no espaço sem que notem sua presença. Música ao vivo, Djs, improvisos e muito mais.
>>> Chladni Plate – O Espaço ¶ reproduzirá a experiência de Ernst Chladni para mostrar como as vibrações e freqüências afetam a matéria, um prato que mostra o desenho de cada freqüência e vibração em 2D. Uma peça fantástica para todos que gostam de música.

Tudo isso ao lado do nosso Dome, próximo à Pista Principal e de frente para a praia.
Nos veremos lá ! 

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p.s. estaremos ausente do nosso blog e show-room, contatos e novos posts e fotos sobre o UP à partir do dia 11 de janeiro de 2010 !

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