BLOG DA MATRAMBA Cartucheiras

arte

Mostra Destroy and Create

by Kika on Aug.06, 2010, under arte, esporte radical

 Adidas Skateboarding inaugura, no dia 6 de agosto, a mostra Destroy and Create, que fica em cartaz até o dia 3 de setembro na Matilha Cultural, no Centro de São Paulo.

A mostra recebe obras de artistas, arquitetos, fotógrafos e vídeo makers. São shapes, tênis, fotos e vídeos que mostram a performance dos skatistas além de, Vênus, a escultura skatável criada pelo Coletivo Noh, que estabelece uma conexão direta entre arquitetura, arte e skate.

Artistas que contribuíram para os desenhos nos shapes: Sesper, Trampo, Billy Argel, Walter Nomura “Tinho”, Mateus Grimm, MZK, Carlos Dias, Fabio Bitão, Bruno 9li, Barnero, Silvana Mello.

 

 

Durante o mês de agosto a Matilha oferecerá workshops e bate papos com o curador, os fotógrafos e videomakers.  O primeiro bate papo aberto ao público será com Lucas Pexão, Flávio Samelo e Alexandre Cotinz, dia 14/08 -  Sábado, às 14h.

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MATILHA CULTURAL
Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636

Horários de funcionamento: terça-feira a sábado, das 12h às 20h
Wi-fi grátis

Mais informações acessem;

www.matilhacultural.com.br

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Billy Argel

by Kika on Jul.23, 2010, under arte, cultura, entretenimento, expo


Exposição B-live  Individual de Billy Argel

Hoje  – 23/07

Horário – 20:00 – 23:00

Espaço Soma – Fidalga, 98 – Vila Madalena

Nessa sexta-feira, 23, o Espaço Soma inaugura B-Live, exposição assinada por Billy Argel .

Para quem não conhece, Billy Argel é artista, skatista e guitarrista da banda punk/crossover old school Lobotomia.  Responsável pelos mais famosos models de shapes da década de 80, além de diversas artes que são vistas com certa nostalgia por aqueles que valorizam o conteúdo simbólico que o skate propicia. Nessa época ele desenhou para grandes marcas como Urgh!, Lifestyle, Narina, Caos.

A partir de seus trabalhos que o visual do shape brasileiro deixou de ser apenas um pedaço de tábua qualquer sem muito valor.

Em B-Live, o artista apresenta um panorama de seus últimos quatro anos de trabalho, período em que produziu pinturas, desenhos e ilustrações usando técnicas e suportes variados, como o próprio shape em uma linguagem old school. Conteúdo esse que o levou a expor na TRANSFER, mostra de arte urbana que acontece no Pavilhão das Culturas Brasileiras, em São Paulo, além de Re:Board (Matilha Cultural – 2009) e outras mostras individuais e coletivas.


Models e desenhos que marcaram uma geração, por Billy Argel Foto: Sidney Arakaki

Fonte: ESPN Brasil

No parque ibirapuera também há exposição dedicada a arte urbana e contemporânea, focada em artistas brasileiros, mas também com trabalhos de vários gringos importantes da cena. Entre os trabalhos pintura, desenho, arquitetura, fotografia, música, vídeo e skate. Grandes nomas podem ser encontrados por  lá – os Gêmeos, Alex Hornest, Bruno 9li, Speto, Carlos Dias, Luciana Araujo, Fabio Zimbres, Stephan Doitschinoff, Billy Argel, Adriano Cinelli, Nina Padolfo, Nunca, Titi Freak, Felipe Young e muito mais.

transfer – de terça a domingo (até 12 de setembro), das 9 as 18hs, no pavilhão das culturas brasileiras – parque ibirapuera. é grátis!


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Street Art

by Kika on Jun.02, 2010, under arte

Nascido em Bristol (1975), Banksy iniciou sua carreira de grafiteiro e pintor aos 14 anos nas ruas de Londres.

Seus trabalhos em stencil  são sua marca registrada e sempre trasmitem  mensagem de apelo social. Expondo uma total aversão aos conceitos de autoridade e poder. Em telas e murais faz suas críticas de forma agressiva e sarcástica provocando em seus observadores uma sensação de concordância e de identidade.

O artista inglês dirigiu o filme “Exit Through the Gift Shop”  que conta a história de um excêntrico dono de loja que se tornou documentarista e tenta  ficar amigo de Banksy. 

O filme que  foi lançado em janeiro no Sundance Festival nos EUA, não tem previsão para ser lançado por aqui.  

Dica de site sobre grafite: graffitiresearchlab.com

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Resposta Poema > Nova sede CRIOLINA + Virada Cultural SP

by yet on May.14, 2010, under arte, poesia

Rafael Oops <quintaldocriolina@gmail.com> escreveu:

CONVITE!

todo mundo fala
que domingo é pra dormir
ficar de boa na sala
com preguiça de sorrir

nesse domingo tem festinha
dia de se divertir
é a casa nova do criolina
e todo mundo tem de ir

começa meio dia
com piscina e churrasquinho
ao lado tem o lago
traga a sunga e o biquininho

o som vai ser simplório
vários gruve dos DJ
mas isso é muito óbvio
nem sei por que falei

tem golzinho de futebol,
campeonato de queimada,
raquete de frescobol
cuidado com a bolada!

depois que abaixar a poeira
nóis descansa lá na rede
depois liga a fogueira
e projeta cinema na parede

no bar tem caipirinha
cachacinha e caipiroska
cerva, água, refri
e suco pra quem gosta

tem açaí, tem comida
pra quem come carne ou não
e à noite tem pipoca
pra ver filme no telão

se não quer gastar dinheiro
você tem essa opção
chegue cedo até as 4!
depois vira 10zão

não pode lotar muito
porque não é uma mansão
é coisa simples, divertida
só pros amigão

não traga bebida ou comida!
a renda do bar é a salvação
traga filhos, sogra, família
mas elefante rosa não traga não

organize com os chegados
uma carona pra ir junto
quanto menos carros
melhor pra todo mundo

então o convite ta feito
ponha seus óculos escuros
vai ser um domingo perfeito
passe protetor, não seja burro

Uma coisa essencial!
Não vai ter bilheteria
Só entra no quintal
Quem tiver nome na lista:

quintaldocriolina@gmail.com

….

é isso aí…
churrasquinho domingo lá em casa.
esperamos você.

a partir do meio-dia, na MI 3, conjunto 6, casa 45 – Lago Norte

beijos e abraços!

Resposta Michel (Poeta Inspirado & Dj Alquimix) djalquimix@hotmail.com

Jovem Oops dileto amigo!
fiquei realmente Emocionado,
apreciaria deveras estar ai contigo!
poeticamente tão bem convidado!

É pra isto que serve a Poesia!
Fazer os Amigos domingo contetes!
E contentes fazê-los todos os dias!
Feliz-me fazes, que nisto atentes!

Amigos Amados de Brasilia!
Caprichem aí no meu represents!
Fumem um do bom atras do outro,
e um mergulinho no lago pela gents!

Ficarei aqui em SP´s
Na pluralidade da Cultural Virada
Tocarei com o coração em vcs!
Criolina-Casa-Firma-Balada!

 

***Estarei tocando as 15hs, na VIRADA CULTURAL, Ipiranga c/; Consolação, entre Edf. COPAN e LO LO LOVE STORY!!!***

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Laborg @ Virada Cultural 2010

by Kika on May.12, 2010, under arte, entretenimento

 Tendo já realizado a projeção na Prefeitura na Virada Cultural 2009 entre outras projeções em fachadas nos últimos dois anos, o Laborg leva sua arte agora para o marco zero da cidade, a Catedral da Sé, com mais 1000m2 de projeção.

O Laborg surgiu em 2005, formado por profissionais de diferentes áreas, em uma busca pela geração de conteúdos de vídeo diferenciados, analógicos. Tendo já criado performances com criação de vídeo ao vivo e curtas metragens premiados em festivais, o Laborg encontrou na projeção de vídeos em fachadas um novo desafio.

Usar o suporte arquitetônico para as projeções é, atualmente, uma das soluções para festivais e eventos mais interessantes. Pois ao libertar o público dos espaços de exibição tradicionais e inseri-lo e um contexto urbano, permite ao Laborg explorar novas narrativas e resultados.

Saiba mais: www.laborg.com.br    

Localização na virada cultural:  http://viradacultural.org/lugar/382

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Mar, metade da minha alma é feita de maresia

by yet on Apr.22, 2010, under arte

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Mark Ryden

by yet on Apr.19, 2010, under arte

Arte lúdica

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DS@Rhysmendes Galery – 11/2009

by yet on Feb.21, 2010, under arte, expo, graffiti

Digital Spray – CHARLIE E HIGHGRAFF
Soundtrack – HFRASA
Captação e edição – GONÇALO

DS @ RhysMendes Gallery | São Paulo – Brazil | 11/2009 from Charlie on Vimeo.

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Matramba & UP10# – parte 1

by yet on Jan.19, 2010, under Universo Paralello, arte, cinema, entretenimento, musica

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O que você idealizaria como festival? O excesso de expectativa, misturado a costumes fora de costume talvez não atrapalhe a visão do que é, o que se consome e o que se necessita realmente em um festival?

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SP-BA >> Uma viagem mágica !

by robson on Oct.30, 2009, under arte

gertrudes-e-o-invisavel-oculto

Já na Bahia, quase Corumbau ainda Prado, encasquetei relatar. Hão de existir eles a chamar-me ingênuo por ainda confiar em minha parceira. Outros podem sentir certa decepção ou raiva, podendo xingá-la nomes. Alguns ainda direcionar-me-ão estes nefastos sentimentos, alegando-me irresponsável por expô-la a tais esforços. Pouco importa, conto mesmo assim:

Era domingo, véspera de feriado, saíamos com a cidade vazia, rumo Rio. Eu, com aquele sorriso nos lábios e na alma, como sempre me deixa a perspectiva da estrada. Ela, toda cheia. Um tanto de si, tão linda… Mas bem mais das minhas quinquilharias, máquinas e plantas, incluindo sua irmã mais nova, que nem nome tem ainda, mas já sabe andar em duas rodas enquanto não lhe crescem mais. Parecíamos um recém-casal. Fortes e Confiantes. Rodando veloz, pra lá dos 80 amiúde. Uma delícia… Avistamos inclusive uma parente de Gê. Saia verde, linda! Quase tomo uma espelhada por buziná-la. Perua ciumenta!

Foram quatro ótimos dias na dita maravilhosa. Ao menos para mim. Praia, samba, chopes, risadas, bolinho de bacalhau e o caralho. Gê ficou na garagem. Talvez esse tenha sido meu erro. Andei por carros diversos, táxis até… Uma verdadeira orgia sobre rodas.

Cedo saímos na sexta. Projeto dormir em Itaúnas. Íamos bem, o radio tocava Céu, quando beirando Vitória, tivemos nossa primeira derrota. Ao menos de natureza rodoviária. Gê nunca havia em nosso tempo se entregado a estrada alguma. Uma barulheira pra lá de bizarra. O acelerador, tão fogoso até então, tornara-se o clitóris de uma frigida. Parei, me sabendo fodido… Gertrudes, ciumenta o quanto for, nada tem de fiel. E, talvez dando troco à minha farra carioca, ou por simples luxúria, percebi que minha perua clamava por carinhos experientes. Carícias do tipo que só um mecânico de outras terras pode proporcionar. Aqui dentro da cachola, eu só fazia me perguntar: Por quanto tempo esse canalha esbaldar-se-ia nas intimidades da minha Gertrudes. E, também, quanto de minhas parcas economias isso haveria de me custar!

Com muito esforço nos arrastamos ruidosamente até um mecânico nas cercanias. O rapaz abriu os ouvidos, bati a chave, ele abriu então os olhos. Mau sinal… Pelo infame grunhido que vinha das entranhas de minha querida kombi, o rapaz nos disse não ser a pessoa indicada para nos ajudar, em ambos os domínios necessários. Primwiro no da reconstrução do âmago do paciente (também conhecido como “retífica de motores”). E, após pigarrear, segundo, o da geriatria móvel. Entreolhamo-nos deveras constrangidos com a falta de tato de nosso interlocutor, mas relevamos em breve. Pois o jovem parecia conhecer intimamente “o homem” para tal situação. Muito nos surpreendeu que seu próximo feito fosse gritar Fabrício. Do milhão e meio de possíveis metros quebráveis a rodar nesta jornada, havíamos parado a cerca de 300 do cara!

Atravessa a rua então um rapagão bem apessoado. Forte, com a barba por fazer e todo sujo de graxa. Tive aqui meu momento de despeito. Parecia saber do que falava. Muitos de meus cruzeiros estavam irrevogavelmente prestes e lhe seguir. Mas eu me preocupava mais ainda com o tempo. Estávamos em Escaricica, grande Vitória. Cidade singela e pacata, com o pequeno inconveniente de apresentar o maior número de homicídios por habitante de nosso país. Eram quinze horas de uma sexta feira. Em ocasião anterior, estes mesmos serviços nos tomaram, a mim e a meu irmão Francisco dos Azevedos, pouco mais de três semanas. Quando o rapaz me diz então ser adventista, e portanto não poderia trabalhar no dia seguinte, por este ser o do Senhor. Faltou-me o ar…

 Recuperando-me, perguntei desanimado sobre acomodações de preços módicos e bons tratos. Coçou a cabeça e disse o óbvio. Morava ali, porque conheceria hotéis? Mas a pergunta pareceu colocar-lhe em meu lugar. Coçou outras partes, e disse decido: Vamos tentar fazer pra hoje! Hoje??? Como??? Caralho!!! Isso é possível?!! Foi. Não vou me demorar com detalhes torníferos ou de cabeçotes economizados. Só digo que alguém gostou quando nosso novo amigo e mais dois jovens puseram-se em simultâneo a trabalhar habilmente suas peças. Muitos pensam que a mecânica de motores tenha algo de científico. Garanto que não. Feitiçaria pura. Com seus rituais e oferendas. Perguntar por que um motor quebrou, é como perguntar o porquê dela ter ido. Sempre se pode apontar alguns possíveis motivos. Mas a causa certa, jamais. Seis horas depois e o resgate pago, estávamos livres. Cruzamos uma Vitória noturna com um gosto diferente de todas as anteriores. Até achei bonito. Uma hora mais tarde, dormíamos tranqüilos no Hotel Califórnia.

Cedo na estrada, todo barulho era um sobressalto. Depois aos poucos, veio certa tranqüilidade. Até furar o pneu e eu me lembrar de não haver providenciado um calço, necessário ao uso de um novo macaco recém-adquirido. Nosso primata biônico anterior havia falecido. Fiz uma oração à Padim Macgayver Ciço e me veio a visão do calço, na forma de estraçalhos de pneu de caminhão. Dois litros de suor e alguns quilômetros mais tarde, procurávamos um borracheiro, sem saber que encontraríamos outro feiticeiro. Ele, o borracha como seus amigos chamavam, também conhecia seu ofício. A câmara de ar que eu precisava ele não tinha não, e nem ninguém teria… Tentamos então encher o pneu sem câmara. Não dava, tinha folga. Ele então tentou por fogo em álcool dentro do pneu. Seguido à explosão e labaredas esvoaçantes, ligou o compressor. Nada. Pôs então jornal molhado entre a borda e a roda. Encheu. Depois esvaziou, mas me bastou para chegar ao destino. Grande mago!

Ao parar em um posto, notei que a partida demorava estranhamente. Mas me interrompe o momento de incerteza um senhor que pedia carona pequena. Não sei bem se pelos acontecidos, por muita carga ou vontade esparsa, meu instinto hippie não estava a mil nesta viagem. Mas concordei. Acenei com a cabeça diversas vezes para responder palavras absolutamente incompreensíveis. Chegamos. Desce o tiozinho e diz: Obrigado seu menino! Deus lhe encomparse! Nunca havia pensado em Deus como possível comparsa… Mas me foi agradável e divertido. Logicamente, algumas partidas mais tarde, a resposta elétrica estava cada vez mais longe. Era boa a feitiçaria da retífica Líder. Mas não era perfeita. Esta questão porém, foi facilmente resolvida pelo terceiro e último dos autoxamãs que encontramos, o mago elétrico gentil. Por precaução dormi em Prado, sem muita vontade de pegar duas horas de terra durante a noite. Umas poucas cervejinhas animaram-me a ponta da pena e vaselinaram-me o verbo.

Hoje já me encontro em Corumbau. Chove e me vejo em meio a receitas culinárias, novas pessoas e lindas praias. Grande mora em mim o respeito pelos herméticos esotéricos automobilísticos. Maior ainda pelos anjos e gentes queridas cujos desejos me protegem e empurram adiante. Obrigado a todos, e viva o invisível!!!

Texto: Erich Zelazowski

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